Uma boneca ou o deus do comércio? O que revela uma fachada em Bagé
Por Clarisse Ismério · 31 de maio de 2026
Reflexão sobre patrimônio urbano, memória coletiva e permanência simbólica no espaço da cidade.
Saiba maisBlog · Patrimônio & Memória
Os cemitérios patrimoniais guardam mais do que vestígios funerários: preservam narrativas, sensibilidades e marcas profundas da vida urbana. Entre esculturas, epitáfios e símbolos, esses espaços revelam modos de ver a morte, a memória e a permanência no tempo.
Nesta publicação, Clarisse Ismério retoma o cemitério como lugar de leitura histórica, ponto de encontro entre arte, patrimônio e memória coletiva. A cidade dos mortos, nesse sentido, ajuda a compreender a cidade dos vivos e seus valores, afetos e silenciamentos.
Para acessar a publicação original no Minuano Conecta, utilize o link ao final desta página.
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